segunda-feira, 22 de março de 2010
Apresentação de J. T. de Carvalho para NETFLU
J. T. de Carvalho nasceu em Portugal, em 1902, cinco meses antes da fundação do Fluminense Football Club. Aos oito anos de idade chegou ao Brasil e, algum tempo depois, se tornou tricolor. Tomado por esta paixão, conta se ter incumbido "de uma missão, a um tempo desafiadora e prazerosa: conduzir todos os meus descendentes às fileiras de nossa torcida". Assim, fundou uma tradição familiar organizada em torno de um único conceito: "Acima de leis e mandamentos, uma ética soberana: sou tricolor!".
Após sua morte, em 1986, sentiu-se estimulado pela célebre convocação rodriguiana - "A morte não exime ninguém de seus deveres clubísticos -, passou a se reunir com ilustres tricolores também falecidos e a ditar uma síntese dessas conversas, às quais denominou Memórias Imortais. Em 2009, publicou uma coletânea destes textos, que traçam um amplo e variado roteiro das Glórias e dos Heróis que teceram a Mitologia Tricolor.
Sem a pretensão ou o rigor do trabalho de um historiador, J.T. de Carvalho defende a importância de divulgar tais memórias. Segundo ele, não se trata de abrir um "baú da saudade", dar busca a um emaranhado de velhas histórias e divulgá-las como objeto de distração ociosa: "a Mitologia Tricolor fornece a chave para que nos situemos na vasta herança de nosso clube, a partir da qual nos tornamos mais conscientes de nós mesmos e de nossa singular visão do mundo". Em apoio a sua tese, cita a insuspeita opinião de Mario Filho: "Certos exemplos, só o Fluminense poderia dar".
Por isso, jogadas antológicas, gols decisivos, ilustres e venerandas figuras povoam as páginas de suas Memórias Imortais mas, para além de personagens e enredos, seu verdadeiro tema é um só: o orgulho de ser tricolor.
J. T. de Carvalho nasceu em Portugal, em 1902, cinco meses antes da fundação do Fluminense Football Club. Aos oito anos de idade chegou ao Brasil e, algum tempo depois, se tornou tricolor. Tomado por esta paixão, conta se ter incumbido "de uma missão, a um tempo desafiadora e prazerosa: conduzir todos os meus descendentes às fileiras de nossa torcida". Assim, fundou uma tradição familiar organizada em torno de um único conceito: "Acima de leis e mandamentos, uma ética soberana: sou tricolor!".
Após sua morte, em 1986, sentiu-se estimulado pela célebre convocação rodriguiana - "A morte não exime ninguém de seus deveres clubísticos -, passou a se reunir com ilustres tricolores também falecidos e a ditar uma síntese dessas conversas, às quais denominou Memórias Imortais. Em 2009, publicou uma coletânea destes textos, que traçam um amplo e variado roteiro das Glórias e dos Heróis que teceram a Mitologia Tricolor.
Sem a pretensão ou o rigor do trabalho de um historiador, J.T. de Carvalho defende a importância de divulgar tais memórias. Segundo ele, não se trata de abrir um "baú da saudade", dar busca a um emaranhado de velhas histórias e divulgá-las como objeto de distração ociosa: "a Mitologia Tricolor fornece a chave para que nos situemos na vasta herança de nosso clube, a partir da qual nos tornamos mais conscientes de nós mesmos e de nossa singular visão do mundo". Em apoio a sua tese, cita a insuspeita opinião de Mario Filho: "Certos exemplos, só o Fluminense poderia dar".
Por isso, jogadas antológicas, gols decisivos, ilustres e venerandas figuras povoam as páginas de suas Memórias Imortais mas, para além de personagens e enredos, seu verdadeiro tema é um só: o orgulho de ser tricolor.
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